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O Fessor Chegou


Por que o professor não será substituído pelo computador

Para responder ao texto de Adréa Cecília Ramal que você pode ler aqui eu poderia me alongar por muitas palavras, mas a proposta do trabalho é sintetiza-la numa só, e eu resolvi escolher a "interatividade".

Até porque o próprio texto complementar nos diz que a proposta da autora é que o professor deve atuar como "arquiteto cognitivo, dinamizador de grupos e educador comprometendo-se com o desafio de estimular a consciência crítica para que todos os recursos desse novo mundo sejam utilizados a serviço da construção de uma humanidade" . Sinceramente, considero a mais difícil mesmo é a função de dinamizador de grupos que é muito mais facilmente conseguida com um professor lider, pois noto que nesse aspecto poucos são os que realmetne conseguem angariar semelhantes a trabalhar em prol do bem comum (no caso, a classe de aula).

Trabalhar como o indicado no parágrafo anterior é fazer o que chamamos de interatividade. O professor solta um tema e todos buscam ampliá-lo, esmiuça-lo e apronfuda-lo até onde for possivel aumetando assim o grau de informação para a formação.

Melhor não me alongar muito pois ainda não terminei a leitura do módulo.

 

Ta ai, depois de escrever tudo isso ai em cima o módulo propõe o termo "cooperação" achando que trata-se de um termo maior que "interação", pois eu vou manter o termo interação (só de teimoso, rsrsrs).


CIAO



Escrito por waltinho às 21h25
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De volta

É, voltei, agora que resolvi fazer um curso pela SEE-SP sobre Introdução à Educação Digital deu até pra voltar a postar, mais por obrigação do que por desejo (como era no começo), mas ta valendo.

Como disse estou a fazer um curso à distancia sobre Educação Digital, uma das atividades propostas era fazer e postar num blog, mas como o meu ja está montadinho, então a segunda parte é a que interessa fazer mesmo, ai então resolvi postar aqui a impressão que tive da parte do curso no momento atual. Descobri que na verdade não sou só eu que pouco tenho postado nesse instrumento, os diversos blogs indicados no Módulo na verdade são bem antigos. Tem um por exemplo sobre a Copa do Mundo, gente, estamos em 2012 e o blog falava da Copa de 2006. Tudo bem, era pra mostar um exemplo de um blog colaborativo, mas isso ja me deu uma idéia do quanto o conteúdo desse curso conseguiu ficar defasado. Na verdade querer que os cursistas montem um blog para mostrar uma ferramenta moderna "ja foi". Parece que hoje todo um conteúdo que eu deseje postar sobre um assunto qualquer pode ser colocado do maneira análoga no próprio facebook.

Mas vamos analisar porque o blog "passou". Bem, passou é forçar demais, se não, não daria pra postar mais aqui mesmo. Enquanto escrevo tem um contador aqui embaixo me informando quantos caracteres ainda tenho para digitar nesse ponto estamos com 17.887, mas o que aconteceu ao longo da história desse blog que vos fala? Logo após montá-lo o Orkut era o campeão de audiência e dada a sua característica de "amizade" entre os usuários ele reinou absoluto e na sequência surgiu o tweeter. Ja tinha o MSN e os chats de bate-papo. Bem todos eles tinham uma característica comum. Como os usuários eram em sua maioria jovens esses com sua característica pressa e limitação postavam coisas curtas e sem a preocupação de escrever corretamente, bastava que quem escrevesse e para quem ele escrevesse entendessem e como cada geração tem a sua linguagem (antigamente era gíria) parece que essa praga se disseminou. Logicamente isso depende bastante de quem são as pessoas que você segue ou tem como amigo, mas parece que esse negócio de escrever errado é tipo um virus pega em muita gente.

Bem, com o advento do twitter as leituras se comprimiram, pois o twitter impõe que se escreva apenas com 140 caracteres, ou seja, você precisa ser sucinto, objetivo e claro, apesar de haver umas manhas para se "burlar" essa limitação, mas o pessoal não está interessado em alongar o que escreve, ja aqui isso não aocntece, pode-se escrever com muito mais liberdade. O Facebook também sofre desse mal (textos curtos) e o mais incrível é que estão comprimindo ainda mais, posta-se uma foto e um breve comentário sobre a imagem que deve significar o que se pretende dizer, quem deve tentar entender e interpretar é você, e se não entender, azar o seu, vai ficar sem saber porque ja esta vindo outro post, ja mudamos de assunto. É assim, as coisas se modificam com muita rapidez e isso tem tornado as divesas ferrametnas de comunicação que usamos cada vez mais ultrapassadas.

Mas eu vou insistir mais um pouquinho, e você?



Escrito por waltinho às 00h26
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Carrefour Demarchi, nunca mais

Sabe quando você tem a sensação de que um determinado comerciante não lhe quer mais comom cliente? É, eu também não acreditava que isso seria possível, afinal o objetivo maior de um comerciante é lhe agradar para que você volte mais vezes e compre mais, certo? Não, não é o caso do
Carrefour Demarchi. Pense na seguinte situação:

Você resolveu aproveitar a oportunidade e tinha um certo tempo (não muito, claro, mas o suficiente para comprar algumas coisinhas de urgência para sua casa) e para aproveitar o caminho resolveu passar pelo dito cujo marcado, afinal é um grande supermercado e deve ter o que você esta precisando. como sempre você não entra num mercado desses para comprar apenas o "emergencial", sempre acaba aproveitando e procurando e encontrando outas coisas que você não pensava estar precisando (é esse o segredo do hipermercado), mas estranhamente o que você queria comprar, isso você não encontra (no meu caso, pão de milho e leite integral), vai daí que você acaba por comprar um total de R$ 110,00 e isso não e  pouco mesmo.

Quando chega no caixa a surpresa, além de muitos dos caixas não estarem funcionando (eu pensei que isso era apenas nos bancos), os caixas que tem operadoras estão "fora do ar" ou "sem sistema". Ah, vamos lá que isso realmente acontece, mas no horário de pico (entre 19 ee 22 horas)? Vai que daí até uma senhora com uma filha de 6 anos aproximadamente precisa ir aao banheiro, gentilmente me cederá o lugar se a fila andar, pois ela foi ao banheiro e voltou e sobrou muito tempo antes de ser atendida, uma fila com pessoas comprando cerca de 8 a 15 itens deveria ser rápida, mas com 6 clientes à minha frente demorou 50 minutos.

Ainda se fosse só o tempo eu só reclamaria da lentidão da operadora de caixa, que pelo visto não estava muito interessada em atender, junte-se a isso o fato de que alguns clientes também resolveram que tinham que pagar a fatura do cartão de crédito e outras  contas (e havia no sistema de som do mercado uma informação que o sistema de pagamento e faturas com códigos de barra estava fora do ar).

Ai o supra sumo do descaso, ao ser atendido e vendo que eu não tinha nenhuma caixa de papelão não se dispôs a oferecer nenhuma sacola (nem aquela porcaria cara de R$ 2,90, que logicamente eu não iria comprar), mas eu só queria uma daquelas que poluem o ambiente mesmo, afinal há um "acordo" com o Procon de que as mesmas ainda vão ser distribuidas gratuitamente até Abril, mas não nenhuma. O que achei incrível foi não ter me oferecido nenhuma.

Sendo assim, nunca mais volto ao Carrefour Demarchi e também não vou recomendar que ninguém o faça, ora, é tão difícil assim manter todos os caixas abertos? Ta com falta de mão de obra? Deve ser pois fui pessimamente atendido. Ninguém quer vender? Então fecha e vai dormir. Não dá pra obedecer um acordo com o Procon? Multa, mas cadê os fiscais? Ah! É só um "acordo de cavalheiros" e entre esses cavalheiros não estão inclusos os consumidores.

Fuja desse hipermercado.


Ciao



Escrito por waltinho às 23h03
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DESCONSTRUINDO O HINO NACIONAL

No último domingo(1º/05) comemorou-se dois eventos no Brasil, um é quase mundial (Dia do Trabalhao) o outro é bem brasileiro mas o mundo sempre se lembrará de Airton Senna. E o que o Hino Nacional tem a ver com isso?

Bem, comemoraçoes do Dia do Trabalho tem tido participação de muitas autoridades e eventos com autoridades costumam ser precedidas do Hino Nacional, mas não é obrigatório, já, qualquer vitória de Airton Senna na F1 era acompanhada do Hino na hora de receber a taça da vitória.

Mas no último domingo houve a prova da Fórmula Indy e por ser um evento originalmente americano (apesar de ser dizer mundial) cantou-se o Hino Americano e depois Luan Santana cantou o Hino Brasileiro, mas como ele foi cantado? Veja aqui. Note-se que parece nem haver diferença entre o Star and Strips Forever e o nosso Hino.

A questão é, por que o hino americano sempre é cantado no ritmo e no tom original e o Hino Brasileiro não? Pra mim o objetivo ai é sucumbir à cultura internacional (leia-se americana). Existe uma porção de justificativa para se fazer tal alteração no modo de cantar o Hino, mas você ja ouviu algum dos Hinos dos outros países serem alterados para atender algum capricho de organizador de evento internacional? Não, já o hino brasileiro sofre várias intervenções.

Hoje não se pode mais cobrar dos jogadores da seleção (seja de que esporte for) que cantem o Hino Nacional corretamente, ele é tocado em partes, mesmo nos eventos oficiais canta-se variações daquela versão horrenda "inventada" pela Fafá de Belém na época do velório do Tancredo Neves. Eu não fui contra ela cantar naqueles dias aquela versão, cabia pro evento e pra época, afinal a morte do Tancredo foi mesmo uma comoção nacional e nem é apropriado cantar algo tão cadenciado e vigoroso num velório, mas estamos falando de eventos comemorativos de festa e alegria nacional, então porque não cantar a versão oficial? Só porque rememora o período militar? Não, o Hino é Nacional, pertence à Nação, não a uma categoria de administradores, não aos militares, pertence à Nação e ela, mais que qualquer político, artista, esportista, celebridade enfim, merece nosso respeito, admiração e consideração. Que tal cantar assim?

Talvez eu comente mais depois, por enquanto é só.

 

Ciao



Escrito por waltinho às 17h46
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Retornando

Realmente os escritores merecem crédito mesmo, fico pensando nos colunistas de jornais e revistas e blogueiros profissionais que precisam escrever todos os dias (às vezes todas as horas) sobre alguma coisa, parar para escrever realmente é um trabalho e merece ser remunerado. Eu mesmo não tenho tido saco para parar para pensar e escrever, por isso desde 04/03 não tenho postado nada. Apesar de até querer me manifestar sobre alguns assuntos que tem rondado a sociedade nos últimos dias.

Minha concentração para o trabalho regular tem sido intensa e me impede de passar por aqui, mas com os poucos leitores que tenho, acho que nem tem sentido falta dos posts, mas como esa atividade é principalmente para treinamento, volto hoje a postar. Motivação principal para esse posta é a noticia sobre o Orçamento Participativo da cidade de São Bernardo. Um leitor criticou o fato de haver muitos comissionados nas reuniões do OP da cidade. É gozado como esse pessoal (os comissionados) sofrem críticas e continuam a existir e aprecem não se importar com o que falam mal deles, porém, sem os mesmos muita coisa não funcionaria nas administrações públicas, sendo assim, considero-os um mal nescessário. Mas vamos ao que interessa, asclarecer uma indignação do leitor:

Não quero e não preciso defender os tais comissionados e suas participações nas reuniões do OP ou qualquer outra reunião com a população, acontece que os lideres sejam eles partidários, ou da administração nescessitam de assessores que façam as anotações que são pertinentes e abasteçam os lideres de dados para dar resposa a questionamentos da população. Ninguém tem memória e recursos que possa anotar pedidos e não esquece-los, assim, entendo a que presença desses comissionados nescessária e salutar para dar a importancia que tal instrumento da administração tem. Se os moradores acham que tem muitos comissionados participando das reuniões talvez seja porque os moradores estejam não participando e assim ficam em minoria. Talvez seja melhor convencer a população a participar mais das tais reuniões do OP do que criticar a presença dos tais comissionados, até porque se a população continuar a comparecer em massa a essas reuniões vão surgir mais trabalho para os mesmos e assim estarão justificando suas funções e seus salários (que não são baixos).

Há disvirtuamento na participação dos comissionados na participação dessas reuniões? Há, mas como disse acima, só a participação ativa da população diminuiria a influencia dos comissionados sobre os temas  que a população entende ser de seu interesse. Por ser um instrumento novo para São Bernardo muitos ajustes precisão e serão feitos, mas quem deve apontar esses ajustes deve ser os mais interessados (a população).



Escrito por waltinho às 10h20
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Vamos seguir a bolinha?

Curto muito essas montagens, ou desmontagens com bolinhas, agora fazer uma sequência contínua pra mostrar uma música foi demais.

 

 

Outra copiada do Blog do Maia.

Ciao



Escrito por waltinho às 22h55
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